Política
Publicado em 26/11/2024, às 19h41 Humberto Sampaio e Luana Neiva
O deputado federal baiano, Bacelar (PV), reagiu, em entrevista ao BNews, sobre o indiciamento da Polícia Federal ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na última semana.
"Confirma o que a gente sempre suspeitou. O presidente Bolsonaro, desde quando era capitão e que jogaram a bomba num quartel, é o líder de tudo isso. O presidente participou, acompanhou e viu esse momento muito difícil que o país atravessou. Por pouco não tivemos um golpe militar. Por pouco não tivemos o assassinato doo presidente Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes do STF", disparou ele.
Jair Bolsonaro (PL) foi indiciado pela Polícia Federal (PF)na última quinta-feira (21), pelos crime de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. Além do ex-presidente, a PF também indiciou o general Braga Netto (PL) e mais 35 pessoas.
De acordo com o documento, a tentativa de golpe teria sido tramada em 2022, para evitar a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como presidente da República após sua vitória contra Bolsonaro nas urnas em novembro daquele ano.
Na ocasião, o deputado também comentou sobre o projeto de lei 1904/24 equipara o aborto realizado após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples, inclusive no casos de gravidez resultante de estupro.
"Primeiro, que ninguém é a favor do abuso. O que nós queremos é manter o que a lei atual dispõe, que é o direito da mulher a não ter uma gestação de estuprador, por isso que a gente diz que essa APEC protege o estuprador, criminaliza a vítima. Nós não podemos obrigar uma mulher a ter uma criança que um feto já vem com problemas de saúde intransformíveis. A mulher tem direito ao seu corpo", disse Bacelar.
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