Política

VÍDEO: "Ele desapareceu, aparece de caju em caju", diz Jerônimo ao rebater ACM Neto, afirmando que o sumiço é por causa da Overclean

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Jerônimo Rodrigues questiona a postura de ACM Neto e a falta de transparência do União Brasil em relação a investigações  |   Bnews - Divulgação Deivid Santana/BNews

Publicado em 29/01/2025, às 11h49   Daniel Serrano e Lucas Pacheco



Durante o 8° Encontro de Prefeitos e Prefeitas organizado pela União dos Municípios da Bahia (UPB), que acontece nesta quarta e quinta-feira (29 e 30/1), no Centro de Convenções de Salvador, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) rebateu os ataques feitos pelo ex-prefeito de Salvador e candidato derrotado ao governo da Bahia em 2022, ACM Neto (União Brasil). 

"Vamos fazer uma pesquisa, manda ele fazer uma pesquisa para a gente poder ver os trabalhos meus. Olha aqui, a quantidade de prefeitos que temos hoje, a UPB fazendo um dos maiores eventos. Isso significa que nós estamos mostrando, nós, não sou eu, maturidade na política da Bahia, democracia, depois das eleições, a gente conversa com os vitoriosos e aqueles que perderam as eleições. A gente não se esconde, a gente não desaparece da pauta daqueles que perderam as eleições".

Jerônimo afirmou ainda que o ex-gestor desapareceu porque está cuidado de "processo" de aliado relativo à Operação Overclean.

"Ele desapareceu, aparece de caju em caju. Eu estou entendendo que ele está cuidando do processo de um militante dele, que está respondendo o processo na Overclean. Eu acho que deve ser isso que ele está desaparecido. De vez em quando ele dá uma folga a ele para ele poder fazer algum comentário, que já não cola mais. Já não cola mais. Então, vamos trabalhar. O ano de 25 é um ano importante porque não tem eleições municipais nem federais. É um ano de trabalho, é um ano de receber os prefeitos. Tem muitos prefeitos aí que estão no segundo mandato, que precisam da mão estendida da União, do Estado. Tem outros prefeitos que estão chegando agora e que precisam também da UPB, da FEC, da Assembleia. E meu papel de líder, governador do Estado, é unificar e fazer o papel que é a minha responsabilidade. Ele deve estar cuidando dos processos, inclusive eu estou aguardando quando é que ele vai responder. Tem um militante, tem um dirigente do partido dele que foi preso com documentações. A Bahia também está aguardando qual é o comportamento de honestidade dele, a coragem dele, para ele poder dizer o que está acontecendo com o União Brasil, que até agora não se manifestou de uma postura mais democrática e forte sobre o que está acontecendo com o partido dele", alfinetou o governador. 

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