Política
por Héber Araújo
Publicado em 23/04/2026, às 15h33
O ex-deputado estadual Douglas Garcia (União Brasil), trocou socos com um aluno da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em Belo Horizonte, após uma dinâmica. Na ocasião, o pré-candidato a deputado estadual de São Paulo visitou a faculdade para gravar um conteúdo para redes sociais, acompanhado da deputada estadual de Minas Gerais e candidata à reeleição, Marília Amaral (PL).
Na ocasião, os políticos ligados ao bolsonarismo realizaram um desafio para os alunos, para que eles dissessem porque Lula era melhor que Jair Bolsonaro. Ainda no desafio, o ex-deputado afirmou que pagaria R$ 500 para quem conseguisse provar a alegação.
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O conflito começou quando estudantes se aglomeraram e começaram um protesto contra os políticos, os chamando de “facistas”. A tensão entre os estudantes e os candidatos escalonou e acabou em troca de empurrões e socos entre Garcia e um dos estudantes.
Nas redes sociais, ambos os lados exploram o conteúdo e dão suas respectivas versões sobre a briga. Segundo o Diretório Acadêmico da Fafich, os visitantes teriam agredido os discentes, chegando a usar spray de pimenta no confronto. “Não naturalizamos que a política do extermínio seja parte do jogo democrático. Estamos em abril e os candidatos da extrema-direita buscam a todo custo disputar uma base. Mas na UFMG nós não permitimos que isso aconteça”
Já a equipe de Douglas alega que ele e Marília Amaral foram as vítimas e reagiram apenas para se defender. “O que deveria ser um espaço de debate virou um cenário de intolerância e violência, mas encontramos hostilidade. Não é aceitável que, em uma universidade, ideias sejam combatidas com agressões”.
Essa não é a primeira vez que garcia se envolve em ma confusão desse tipo. Em outros momentos ele já trocou socos com estudantes da universidade de São Paulo, onde foi tudo gravado e publicado por ele em suas redes sociais.
Em vídeos publicados nas redes sociais, o pré-candidato a deputado afirmou que não vai aceitar entrar em um espaço público, como o da universidade federal, e ser agredido. E sua reação violenta ainda buscou defender a deputada mineira, que teria sido agredida fisicamente durante a confusão .
“A gente veio apenas para propor um debate e não para propor violência. Mas se vocês [esquerdistas] só entendem a violência, beleza! Isso daqui, esse sangue de esquerdista não é algo que eu levo como troféu, mas é resultado de uma política que vocês criaram. Eu não vou aceitar apanhar e ficar calado”, disse ele.
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