Salvador

Após morte de Léo Lanches, lanchonete já tem data de reabertura

Arquivo Pessoal
Léo Lanches foi morto em uma ação da PM em São Cristóvão no dia 23 de julho  |   Bnews - Divulgação Arquivo Pessoal
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 08/10/2026, às 10h01



Após a morte do comerciante Leonardo Gil Lima, conhecido como Léo Lanches, que aconteceu no dia 23 de julho no bairro de São Cristóvão, em Salvador, a lanchonete que carrega o seu nome vai ser reaberta no dia 16 de outubro. O anúncio foi feito através das redes sociais.

A lanchonete vai funcionar na Rua Lauro de Freitas no bairro de São Cristóvão com muito lanche e suco. "Ele partiu, mas o seu legado continua vivo", diz o comunicado publicado nas redes sociais. 

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Google News Bnews

Quatro dias de um sonho

A morte interrompeu um projeto que havia começado poucos dias antes. Léo tinha acabado de abrir a própria lanchonete. Para Erica Nascimento, viúva de Leó, aquela conquista representava o resultado de um período de esforço do casal e também a possibilidade de mudar de casa.

"Ele estava feliz. Era uma nova conquista que a gente estava correndo atrás já há um tempo, e ele estava feliz. Estava esperando só abrir a lanchonete que a gente alugou uma casa porque a gente queria sair de lá, e estava esperando só abrir a lanchonete para poder alugar uma casa por causa da preocupação com a segurança", diz.

Leonardo foi morto na noite do dia 23 de julho durante uma ação da 49ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), no bairro de São Cristóvão, em Salvador. Ele era conhecido na região por vender lanches em uma bicicleta e havia inaugurado seu ponto comecial há cerca de uma semana antes de morrer. 

Prisão de policial foi recebida como "vitória"

A investigação sobre a morte avançou nas semanas seguintes. De acordo com a Polícia Civil, o inquérito foi instaurado na 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), com apoio da Agência de Inteligência do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

As equipes realizaram diligências no local, ouviram testemunhas, analisaram imagens de câmeras corporais e solicitaram perícias complementares.

Ainda segundo a Polícia Civil, o resultado do laudo pericial do Departamento de Polícia Técnica (DPT) permitiu identificar a arma de onde partiu o disparo que matou Léo. Com os elementos reunidos durante a investigação, a corporação representou pela prisão temporária de uma soldado da Polícia Militar investigada pelo homicídio.

Clique aqui e se inscreva no canal do BNews no YouTube!

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)