Salvador

Equipe da Transalvador é acusada de coagir motorista que teve carro batido por agente da CGM; entenda

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Moto particular de agente da GCM foi retirada da via por carro da prefeitura  |   Bnews - Divulgação Leitor BNews
Redação BNews

por Redação BNews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 13/02/2025, às 10h59 - Atualizado às 11h19



Na manhã desta terça-feira (13), um acidente envolvendo uma agente da Guarda Municipal de Salvador e um veículo particular causou indignação no bairro de Amaralina. Segundo relato de uma testemunha, a guarda, que pilotava uma motocicleta particular, bateu em um carro modelo HB20 preto na Rua Visconde de Itaborahy.

A agente se levantou rapidamente e recusou atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), dando a entender que a situação estava controlada. Porém, minutos depois, três viaturas da Transalvador e duas da GCM chegaram ao local, impedindo que o carro danificado fosse retirado da via.

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Testemunhas relataram ao BNews que o condutor do veículo particular, que permaneceu calmo durante toda a abordagem, foi coagido pelos agentes. A equipe da Transalvador ainda teria perdido a ocorrência preenchida, obrigando o homem a refazer o procedimento.

"Cheio de guarda aqui, para um acidente em que a vítima recusou atendimento da Samu. Ela já foi liberada e o rapaz está aqui. O menino já fez a ocorrência. A viatura tá aqui, tem uma da GCM disposta, ninguém sabe o motivo, porque o rapaz está tranquilo e calmo", disse uma mulher.

Pouco tempo depois, a moto da guarda municipal foi flagrada sendo retirada da via e colocada em um veículo da GCM. O motorista. por sua vez, foi liberado cerca de duas horas após o ocorrido e deixou o local dirigindo o próprio carro danificado, sem qualquer suporte da autarquia. Ele vai prestar queixa.

Em nota enviada ao BNews, a Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) informou que em casos de acidentes com vítimas feridas ou fatais os agentes devem fazer o registro no local e os veículos envolvidos devem passar por perícia.

"A condutora da moto precisou ser encaminhada para uma unidade de saúde da capital. Por isso que o agente, ao ser acionado, seguiu o protocolo legal, registrando o fato e encaminhando a moto e o veículo para o pátio da autarquia municipal, onde devem passar pela análise da polícia técnica", disse.

Por fim, a autarquia salientou que o responsável pelo veículo envolvido no sinistro pode optar por levá-lo utilizando o guincho próprio ou por meio do guincho da autarquia.

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