Salvador

Marcando ponto? Homem transforma espaço público em residência e autoridades tomam providência; saiba qual

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A gestão municipal não realiza acolhimento compulsório, priorizando a aceitação dos serviços socioassistenciais pelos assistidos.  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 06/12/2025, às 15h08 - Atualizado às 15h08



Um homem em situação de rua foi flagrado transformando um ponto de ônibus localizado no Largo do Tanque, em Salvador, em sua moradia. 

Um vídeo encaminhado ao BNews mostra o homem usando os assentos do local como cama e para apoiar alguns pertences. 

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Em contato com a reportagem, a Secretaria de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre) informou que uma equipe do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas), ligado à pasta, na manhã deste sábado (6), e identificou que o homem já é acompanhado pela Secretaria, mas que não aceita os serviços socioassistenciais ofertados pelo município.

“A pasta ressalta, que o assistido segue monitorado e acompanhando pelas equipes, a fim de sensibiliza-lo a deixar a condição de vulnerabilidade social”, diz a Sempre, através de nota.

A Secretaria destaca ainda que não atua com o “acolhimento compulsório” não é adotado pela gestão, “apenas os que aceitam o apoio são encaminhados para Unidades de Acolhimento Institucional (UAIs) ou outros serviços socioassistenciais”. 

A Sempre destaca ainda que o SEAS atua todos os dias da semana das 7h às 22h, “realizando abordagem social em espaços públicos para identificar situações de risco e vulnerabilidade social, tais como: pessoas em situação de rua, trabalho infantil, exploração sexual de crianças e adolescentes, etc”.

“O serviço busca a resolução de necessidades imediatas e promover a inserção na rede de serviços socioassistenciais e das demais políticas públicas na perspectiva da garantia dos direitos. Dentre os encaminhamentos mais realizados, destacamos: acolhimento institucional, retorno ao lar, documentação civil, unidade de saúde/saúde mental (atenção básica e/ou urgência), Centro Pop, CREAS, etc”, diz.

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