Salvador
por Antonio Dilson Neto e Gabriel Bacelar
Publicado em 29/04/2026, às 17h02
A entrega da requalificação da orla de Salvador, em dezembro de 2025, transformou o trecho de 3,5 km entre as praias do Corsário, Pituaçu e Patamares em um novo polo de lazer. Com um investimento de R$ 135,4 milhões e sendo a maior obra com recursos próprios da Prefeitura, o projeto instalou 26 espaços esportivos, parques e academias públicas.
No entanto, a nova infraestrutura contrasta com o abandono de prédios e marquises que ladeiam a pista. Estruturas inacabadas e estabelecimentos desativados há anos ainda marcam a paisagem visual da região, evidenciando um descompasso entre espaços.
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Para o corretor imobiliário Alan Góes, a requalificação mudou radicalmente a dinâmica local.
A orla virou um novo ecossistema de lazer e conveniência, o que atrai um novo fluxo de pessoas. Mas é necessário que toda a orla converse com esse público, explica.
Góes defende a adoção de Parcerias Público-Privadas (PPPs) como solução para o impasse. Segundo ele, incentivos ajudariam donos de imóveis desativados a promover um reposicionamento estratégico. "Consequentemente, os imóveis residenciais também voltam a ganhar relevância. Já vimos esse caso de sucesso na Barra", analisa.
Vale ressaltar que a gestão de parte da orla nos trechos da Boca do Rio, Patamares, Corsário e Pituaçu foi concedida à concessionária Orla Brasil. O contrato de concessão tem validade de 30 anos e prevê a manutenção e exploração comercial de áreas específicas, visando garantir a conservação do investimento público a longo prazo.
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