Salvador

Prefeitura de Salvador estuda proibir o uso de serpentinas de papel durante Carnaval após falta de energia em circuito

Joilson César/BNews
A situação provocou um curto circuito e partiu um cabo de energia no sábado (01)  |   Bnews - Divulgação Joilson César/BNews

Publicado em 03/03/2025, às 13h55   Daniel Serrano e Thiago Teixeira



O lançamento de uma serpentina em direção à rede elétrica na Rua Forte de São Pedro, em Salvador, provocou um curto-circuito e partiu um cabo de energia no início da tarde de sábado (1°), no Circuito Osmar (Campo Grande). A situação tem feito a prefeitura da capital baiana estudar proibir o uso do material durante a folia.

As serpentinas metálicas já são proibidas, mas a preocupação da gestão estadual se estende até os materiais feitos de papel — que podem passar a ser proibidos também já a partir do Carnaval de 2026. De acordo com o presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (3), a medida já tem sido estudada pela Defesa Civil de Salvador (Codesal).

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“Defesa Civil tem feito um pleito que deve ser analisado logo depois do Carnaval de um mecanismo de talvez proibir [as serpentinas de papel]. As metálicas já são proibidas, mas mesmo as de papel têm provocado alguns acidentes que acabam atrapalhando o Carnaval. A própria Defesa Civil já apontou isso em relatório. É bem possível que a gente possa tentar fazer um processo de proibir esse tipo de atividade que acaba prejudicando, né? É uma coisa até bonita que acontece, mas eu acho que o efeito colateral dela muitas vezes se torna negativo para o Carnaval. Então há sim a possibilidade de, no próximo ano, a gente tomar alguma atitude em conjunto com as entidades e com o poder público estabelecendo critérios e talvez até proibir”, afirmou o presidente da Saltur.

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