Salvador
O superintendente da Transalvador, Diego Brito, comentou sobre as ações de combate aos flanelinhas em Salvador e o estudo para ampliação das áreas de Zona Azul na capital baiana. A declaração foi feita durante o programa Giro Baiana 2ª Edição, apresentado por Victoria Alves, nesta terça-feira (14).
Segundo Brito, a ausência de áreas regulamentadas de estacionamento acaba favorecendo a atuação irregular dos guardadores de carros: “Pedi um estudo de regulamentação de mais áreas de Zona Azul na Ribeira. Na ausência de Zona Azul, quem atua são os flanelinhas”, explicou.
O superintendente destacou ainda que a Transalvador, em parceria com a Guarda Municipal, vem realizando operações de fiscalização para coibir práticas abusivas e ilegais.
“A gente tem feito operações junto com a Guarda Municipal. Às vezes, há atitudes violentas desses guardadores. Só nessas ações conseguimos reter mais de 60 coletes, e os guardas identificaram seis pessoas com mandado de prisão em aberto que atuavam como flanelinhas”, afirmou.
Segundo Diego, mesmo em áreas regulamentadas com Zona Azul, ainda há casos de extorsão por parte de flanelinhas. Brito reconheceu que alguns trabalhadores realmente dependem da atividade, mas criticou os comportamentos coercitivos.
“Tem pessoas que realmente precisam estar ali, mas eles determinam valores e obrigam os motoristas a pagar e vão mais em cima de mulheres e idosos. Ali na Igreja da Graça, por exemplo, conseguimos retirar os flanelinhas que atuavam na região, porque os idosos não conseguiam nem ir à igreja”, contou.
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