Salvador

VÍDEO: Concurso de fanfarras encerra os festejos do 2 de julho; confira

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Concurso de fanfarras estreia em novo formato buscando valorizar a competição  |   Bnews - Divulgação Devid Santana/BNews

Publicado em 12/07/2025, às 13h27   Vagner Ferreira e Maurício Viana



Como parte das comemorações pela Independência do Brasil na Bahia, ocorreu neste sábado (12) o 3º Festival de Fanfarras e Balizadores no Campo Grande, em Salvador. É a primeira vez que as apresentações ocorrem numa data a parte do dia dos festejos, adotando um formato inédito para que as 18 fanfarras de escolas públicas municipais e estaduais mostrem seus trabalhos.

George Vladimir, que é diretor de arte e fomento da Fundação Gregório de Matos, contou ao BNews sobre a organização do evento e da novidade adotada nesse ano.

“Esse ano a pedido de todos os regentes de todas as escolas nós deslocamos o nosso desfile que tradicionalmente acontecia nosso festival durante o cortejo do dois de julho para uma nova data uma data diferente da data do dois de julho no caso hoje dia doze aqui para o campo grande porque dessa maneira você tem que mudar o enfoque especial para suas barras e para os balizadores que estão se apresentando dando o maior protagonismo a eles e também deixando eles mais livres para fazer a sua performance”, afirma.

As principais categorias do prêmio e os critérios de escolha são o aspecto musical, fanfarras com evolução (parte musical e música) e para balizadores ou balizas. Além de troféus, os vencedores ganharão também prêmios especiais como um vale-compras na loja de instrumentos Foxtrot.

Atuando na Banda Macial da Palestina, o coordenador e vice-presidente  Hélio Alves Santos de Jesus conta que “desde 14 de abril de 2011 nós existimos e nós atuamos na comunidade da Palestina e a gente vem trabalhando, né, os meninos, as crianças, os jovens, na parte de música, de dança, de civismo, para estar atuando na frente da banda e dentro dela também, né? E tudo isso dá um brilhantismo, né, tentando alegrar aquela comunidade e a todos que nos ouvem durante essa trajetória da gente”

Alves também conta do tempo de preparação, afirmando que “nós temos nossos coordenadores musicais que eles levam mais ou menos uns três meses para poder deixar o aluno tocando, apto a tocar, para participar de concursos, de desfiles cívicos e outras festividades que aparecem para a gente”.

Balizadora do grupo Renovação da Bahia, Letícia Cerqueira está a dois anos ocupando o posto e afirma que o balizador “é um destaque que dá para a banda. É bom ouvir a música, sentir a energia da banda tocar, mas é sempre mais bonito ver alguém dançando ali na frente para representar a banda. Eu acho muito lindo. Eu, esse ano, faço dois anos como balizadora e eu vejo o meu avanço, eu me sinto feliz por causa disso. Vem as pessoas me aplaudindo, dizendo que foi lindo, maravilhoso. É bem gratificante sentir essa sensação”.

Iago Gomes é balizador da Renovação da Bahia e contou sobre sua expectativa e preparação para o evento.

“Na verdade, eu já fico preparado. São 15 anos que eu já faço isso. Então, para mim, eu sempre tenho que estar preparado. Eu não consigo me preparar um dia antes. Eu sempre tenho que estar. A estrutura desse ano, eu acho que foi uma das melhores, porque geralmente o concurso é regido durante o percurso do 2 de julho, mas tirar um tempinho para que a gente, os balizadores mostrem o que a gente sabe fazer é muito importante”, afirma.

Maicon William, que atua na Banda Macial Olímpica, estava tranquilo para se apresentar e afirmou que “a expectativa é que a gente faça uma boa apresentação porque a gente está ensaiando a longo tempo para isso e com a apresentação a gente mostre o nosso trabalho aqui”, afirma contando que a preparação durou um mês e que três músicas seriam tocadas pelo grupo.

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