Saúde
Durante a estação mais quente do ano, o verão, a pele passa por longos períodos de exposição ao sol, ao mar e ao cloro da piscina e, por isso, demanda cuidados especiais e contínuos. Para quem possui tatuagem, especialmente as mais recentes, essa atenção precisa ser redobrada.
O tatuador Dudu Petersen, fundador do studio que leva o seu nome em Salvador, alerta para a importância de seguir um protocolo adequado para preservar a saúde da pele e a qualidade da arte. No verão, as chamadas tattos, independente do tempo que foram feitas, são vulneráveis a queimaduras solares, que podem causar desbotamento, inflamação, falhas e até infecções.
Nessa estação, os cuidados com tatuagens focam em proteger do sol (FPS alto e reaplicação), manter hidratada, evitar mar e piscina em novas tattoos (por 15-30 dias) e, mesmo em antigas, enxaguar após o contato com água, pois o sol desbota a tinta e a água (cloro e sal) pode infeccionar a pele. Uso de roupas leves para cobrir o local são essenciais para preservar o desenho e a saúde da pele.
“Quando orientamos o afastamento da praia e da exposição ao sol, estamos focados na proteção da pele durante o processo de cicatrização. A exposição inadequada pode causar manchas, lesões e comprometer o resultado da tatuagem. A cicatrização é um processo, e esses cuidados contínuos garantem a beleza e a durabilidade do trabalho”, explica Petersen.
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