Saúde
por Gabriel Santana
Publicado em 02/08/2025, às 14h27
Os casos de câncer de pele em idosos dispararam no mundo nos últimos 30 anos. Entretanto, um estudo realizado pelo periódico Jama Dermatology revelou como realizar a prevenção da doença desde cedo.
O estudo foi a primeira pesquisa feita pelo periódico que analisou dados do mundo todo entre 1990 e 2021. O objetivo dos cientistas foi reunir uma visão macro sobre as principais causas do câncer de pele em pessoas mais velhas, se baseando em idade, sexo e nível socioeconômico.
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De acordo com o UOL, nesta época, a incidência de carcinoma basocelular, tumor maligno que manchas avermelhadas aparecem pelo corpo, aumentou 61,3% e o carcinoma espinocelular, manchas avermelhadas e com crostas que aparecem por causa de muita exposição ao sol, elevou em 42,5%.
O Instituto Nacional do Câncer (Inca) informa que no Brasil, o câncer de pele não melanoma, que são os carcinomas, é o tipo de câncer que mais ocorre entre as pessoas, quase 30%. Mas, a boa notícia é que, quando eles são detectados de forma prematura, têm a maior taxa de cura.
A maior exposição ao sol acontece nos primeiros 20 anos de vida de uma pessoa. Nesta época, as crianças e jovens ficam bem expostas à radiação solar por causa de atividades ao ar livre, o que traz consequências para a vida futura da pele da pessoa. A dermatologista Selma Hélène recomenda algumas práticas, como:
Valorizar as medidas de prevenção, como o uso do protetor, de roupas, respeitar o horário do sol, repassar o protetor, além de fazer check-up para prevenção do câncer de pele, pode salvar uma vida”.
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