Saúde

Comissão ligada ao Ministério da Saúde rejeita inclusão de canetas emagrecedoras no SUS; saiba motivo

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Medicamentos aprovados no Brasil, mas com preço de R$ 1 mil por caneta, não farão parte da lista de tratamentos do SUS  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Redação BNews

por Redação BNews

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Publicado em 22/08/2025, às 08h38



A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, decidiu não incluir os medicamentos semaglutida (Wegovy) e liraglutida (Saxenda) — indicados para tratamento da obesidade e utilizados para fins emagrecedores — na lista de tratamentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

A principal justificativa para a decisão foi o elevado custo dos medicamentos. De acordo com relatórios da pasta, seria necessário desembolsar R$ 4,1 bilhões em cinco anos. Já em casos que exigem tratamento contínuo, o valor poderia chegar a R$ 6 bilhões no mesmo período.

Apesar de não serem oferecidos pelo SUS, ambos os medicamentos são aprovados no Brasil e têm custo estimado de R$ 1 mil por caneta.

A Conitec é o órgão responsável por decidir, após análises técnicas e consulta pública, se um tratamento deve ou não ser incluído no sistema público de saúde do país.

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