Saúde
por Alex Torres
Publicado em 07/06/2025, às 12h37 - Atualizado às 12h58
A bactéria Helicobacter pylori (H. pylori) habita o revestimento do estômago, sendo responsável por uma série de problemas digestivos que afetam milhões de pessoas no mundo. Mesmo sendo assintomáticas em muitos casos, essa infecção pode desencadear sintomas que, se não tratada, pode evoluir para problemas mais sérios, como gastrite crônica, úlceras e até aumentar o risco de câncer gástrico.
Entre os sintomas mais comuns, estão a dor ou queimação no estômago, principalmente em jejum ou à noite. Além disso, a infecão pela H. pylori pode resultar também em sensação frequente de empachamento após as refeições, náuseas e vômitos ocasionais. Sinais como azia persistente, perda de apetite e inchaço abdominal também podem ocorrer.
De acordo com a nutricionista Juliana Andrade, em artigo para a coluna Vida & Estilo, do site Metrópoles, alguns casos mais avançados podem fazer com que o paciente apresente sangramentos digestivos, que se manifestam por fezes escuras ou vômitos com sangue.
Geralmente, a contaminação ocorre por via oral, através do consumo de água ou alimentos contaminados, e também pelo contato com saliva infectada. O diagnóstico pode acontecer por meio de exames como endoscopia com biópsia, teste respiratório de urease ou exames de sangue e fezes.
Por fim, o tratamento de combate a bactéria envolve o uso de antibióticos associados a recursos (medicamentos ou suplementos) que recuperem a fisiologia do estômago, garantindo a eliminação da bactéria e o alívio dos sintomas. Dessa forma, se faz necessário que qualquer desconforto gástrico persistente seja avaliado por um profissional de saúde, evitando complicações mais graves.
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