Saúde
por Bruna Rocha
Publicado em 08/07/2025, às 09h49
O Brasil registrou os primeiros casos de uma nova variante da covid-19, chamada XFG. As primeiras infecções foram detectadas no Ceará, entre os dias 25 e 31 de maio, e divulgadas pelo governo do estado na última sexta-feira (4). Além disso, dois casos também foram confirmados em São Paulo. Com essas ocorrências, o Brasil passa a integrar a lista de 38 países que já identificaram a variante, segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicadas pela Folha de S.Paulo.
Em 25 de junho, conforme noticiado pela CNN Brasil, a OMS colocou a variante XFG sob monitoramento e divulgou um documento com a avaliação de risco dessa nova mutação.
De acordo com o relatório, apesar da rápida disseminação, "o risco adicional para a saúde pública representado por XFG é avaliado como baixo em nível global". A organização também ressalta que "as vacinas contra a COVID-19 atualmente aprovadas devem permanecer eficazes contra esta variante, tanto para casos sintomáticos quanto graves".
Em nota, o Ministério da Saúde informou que foram identificados oito casos da variante XFG no país — dois em São Paulo e seis no Ceará. Até o momento, não há registros de óbitos relacionados à nova cepa. Segundo a pasta, também não há evidências de que a XFG cause quadros mais graves ou maior taxa de mortalidade. Os sintomas relatados são semelhantes aos da covid-19 clássica, com queixas frequentes de dor de garganta e rouquidão.
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