Saúde

Setembro Amarelo: Detalhes que fazem a diferença na promoção de campanhas populares

Tânia Rêgo / Agência Brasil
Psicólogo Lucas Oliveira destacou maneiras eficazes de promover campanhas para valorização a vida  |   Bnews - Divulgação Tânia Rêgo / Agência Brasil
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 18/09/2025, às 06h00



Conhecido mundialmente por ser o mês dedicado à valorização da vida, o Setembro Amarelo é uma iniciativa que busca conscientizar a população sobre a importância da saúde mental. Logo, é necessário que existam ações de conscientização em diversos âmbitos como em escolas, empresas e nas comunidades. Uma promoção eficaz envolve informação, conscientização e escuta ativa. Em primeiro momento, é preciso que os tabus sobre o suicidio sejam quebrados, apresentando informações claras sobre saúde mental, sinais de alerta e meios de buscar ajuda. 


No ambiente escolar, para que uma campanha seja efetiva, é necessário mobilizar toda a comunidade, desde o porteiro usando uma camisa temática sobre o assunto à forma com que a merendeira serve o lanche dos alunos. Detalhes como diálogo e como o assunto é abordado no ambiente educacional não pode ser um evento isolado, e sim estar presente em todos os momentos do dia a dia. 

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“O porteiro, que é a primeira pessoa que o estudante vê ao entrar na escola, usando uma camisa, é como se ele se tornasse ‘um embaixador da causa’, um lembrete sutil de que todo mundo se importa. Já na hora do lanche, a comida pode vir com um cartãozinho com uma mensagem de apoio ou um número/locais de ajuda. Mostrando que o cuidado é por completo e que a instituição se importa com o bem-estar integral dos sujeitos”, destaca o psicólogo Lucas Oliveira [CRP: 03/29104]. 


Nos demais âmbitos, a disponibilização de materiais informativos, como cartazes, vídeos, posts nas redes sociais e textos, é de grande importância na realização destas campanhas. A criação de espaços para as pessoas serem ouvidas com atenção e acolhimento também é essencial na promoção. 


Além da conscientização, é necessário fortalecer fatores de proteção às pessoas, como uma rede de apoio, habilidades de enfrentamento e o autoconhecimento. Desta forma, as campanhas não deixam apenas as informações em evidência e sim oferecem práticas de cuidado e prevenção. 

Classificação Indicativa: Livre

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