Saúde
Dados de uma pesquisa realizada na Austrália e publicada no Australian and New Zealand Journal of Public Health, mostram que meninas e adolescentes LGBTQIA+ são os mais afetados por depressão, ansiedade e sofrimento psicológico. Mais de 6,5 mil adolescentes participaram do estudo.
Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, a pesquisa foi realizada com estudantes do 7º ao 10º ano, dos ensinos fundamental e médio, entre 2019 e 2022. Os dados publicados dão conta de que quase três em cada dez adolescentes contaram sintomas que indicam possível depressão até o final do ensino básico.
Os sintomas mentais de níveis mais altos foram apresentados por adolescentes LGBTQIA+ e com o passar da pesquisa tiveram um agravamento. Adolescentes do sexo feminino que preferem não declarar seu gênero estão em segundo lugar e em seguida vem meninas cisgênero.
O psiquiatra do Einstein Hospital Israelita, Elton Kanomata, afirmou que os transtornos mentais acometem em maior prevalência os jovens entre 12 e 17 anos. “A adolescência é um período crítico para o surgimento de problemas mentais porque há uma série de mudanças físicas, hormonais e emocionais ocorrendo simultaneamente. Além disso, surgem novas demandas nas relações sociais e maior necessidade de desenvolver habilidades socioemocionais, muitas vezes, sem o suporte adequado”, relatou.
Ele destacou ainda que os fatores que mais causam o risco são os conflitos sociais, inseguranças com o corpo, uso excessivo de plataformas digitais, experiências de bullying, início precoce de uso de substâncias e, no caso da geração atual, o impacto profundo da pandemia de Covid-19.
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