Saúde

Influenciadora dá à luz segundo filho com síndrome rara: 'Meus filhos são perfeitos'

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Entenda a síndrome do lobisomem, uma condição rara que afeta o crescimento de pelos e como ela se manifesta na família da influenciadora  |   Bnews - Divulgação Reprodução Redes Sociais
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 23/05/2025, às 10h09 - Atualizado às 11h28



A influenciadora digital Ane Caroline dos Santos Brites, de 22 anos, de Cascavel (Paraná), compartilhou nas redes sociais a chegada do seu segundo filho, Matteo, no dia 14 de fevereiro deste ano. Assim como o irmão mais velho, Miguel, de 2 anos, o bebê nasceu com hipertricose, condição rara conhecida como “síndrome do lobisomem”. A família compartilha a rotina nas redes sociais e já acumula quase 300 mil seguidores no perfil no Instagram.

A condição é genética e o marido de Ane, o influenciador Jonas dos Santos Braga, também tem hipertricose. Por isso, segundo contou ao portal Crescer, ela já esperava que havia grande chance de o segundo filho nascer com a mesma síndrome.

A descoberta da gestação aconteceu em junho de 2024, após um sonho. "Sonhei que meu pastor me dizia que eu estava grávida. No dia seguinte, fiz o teste e deu positivo. No começo, fiquei preocupada se daria conta de cuidar de duas crianças, como seria e como o Miguel reagiria... Mas logo passou e só agradeço a Deus", relatou.

A influenciadora afirma que, para ela, a condição genética dos filhos nunca foi um problema. "Essas coisas são uma surpresa. Pode vir com a genética ou não. Sempre encarei isso com tranquilidade, porque para mim nunca foi um problema", completou.

O que é a hipertricose?
A hipertricose é uma condição genética extremamente rara, conhecida como “síndrome do lobisomem”, que provoca o crescimento excessivo de pelos por todo o corpo — inclusive em áreas onde normalmente eles não aparecem, como rosto e bochechas.

Geralmente, as únicas partes livres de pelos são as palmas das mãos e as solas dos pés. A condição pode estar presente desde o nascimento ou se manifestar apenas na vida adulta.

A causa exata ainda é desconhecida, mas acredita-se que esteja ligada a mutações genéticas hereditárias. Estudos também associam alguns casos ao uso de minoxidil — medicamento usado no tratamento contra queda de cabelo —, embora não seja uma regra. A hipertricose não tem cura.

Classificação Indicativa: Livre

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