Saúde

Canetas emagrecedoras são grandes aliadas na luta contra problema de saúde; saiba detalhes

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Anúncio é o primeiro posicionamento em um texto oficial da OMS sobre o problema de saúde que pode afetar bilhões de pessoas  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 01/12/2025, às 16h48



A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou em um comunicado nesta segunda-feira (1), que os medicamentos como Ozempic, Mounjaro e similares, utilizados para a perda de peso, possuem um enorme potencial para serem grandes aliados na luta contra obesidade.

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Os dados da instituição mundial afirma que a obesidade é um problema que pode afetar até 2 bilhões de pessoas até 2030. De acordo com a CBN, a eficácia comprovada desses medicamentos significa um novo avanço para o tratamento disponibilizado pelos serviços de saúde e doenças fatais provocadas pela obesidade.

A OMS defende que os países façam o necessário para garantir o acesso das pessoas à terapia. Todos os adultos devem estar aptos a receber e utilizar a medicação, mas as mulheres grávidas não foram incluídas na orientação e não podem consumi-la.

Outro ponto destacado pela organização foi o preço dos medicamentos. A entidade defende que as empresas farmacêuticas aumentem a produção para evitar que países mais pobres fiquem sem acesso aos medicamentos, além de colaborar para a redução dos preços. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus falou sobre o assunto.

Embora a medicação sozinha não resolva essa crise global de saúde, as terapias com GLP-1 (glucagon-1) podem ajudar milhões de pessoas a superar a obesidade e reduzir os danos associados a ela”.


O comunicado da entidade foi publicado no Jornal of The American Medical Association e se tornou no primeiro posicionamento sobre os medicamentos em um texto oficial direcionado aos profissionais da saúde. Confira o texto.

As terapias com GLP-1 surgiram como uma importante inovação no enfrentamento do desafio global da obesidade. O advento desses medicamentos representa um ponto de virada no tratamento da obesidade, suas complicações e comorbidades relacionadas”.

Mesmo com a eficácia, existe uma dificuldade na produção e acesso do medicamento. A OMS contabiliza que cerca de 100 milhões de pessoas poderão receber os medicamentos. O número representa apenas 10% do público-alvo que deveria ter acesso e explicou quais deveriam ser as medidas realizadas para alcançar o maior número de pessoas. Veja.

  • preparo dos sistemas de saúde para fornecimento;
  • falta de capacidade de produção, disponibilidade e preço acessível;
  • acesso universal à saúde.

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