Saúde
por Gabriel Santana
Publicado em 01/10/2025, às 18h33
O metanol não se diferencia do álcool comum, portanto não adianta cheirar, provar ou observar o recipiente da bebida. A substância só pode ser detectada através de análises em testes de laboratório, o que se transforma em uma camuflagem tóxica e fator de alerta para a saúde pública.
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A substância passa totalmente despercebida pelo paladar e se dissolve muito bem na água e em álcool etílico. A toxicidade do metanol só aparece após o fígado processar o composto. Por conta das características de “camuflagem”, o caso gera preocupação.
De acordo com o portal g1, o sangue fica excessivamente ácido e o principal responsável é o ácido fórmico. Ele danifica as mitocôndrias, impactando negativamente na produção de energia das células e atacando o nervo óptico. As consequências prováveis são cegueira e comprometimento de órgãos vitais como rins, pulmões e cérebro.
Um dos agravantes da intoxicação por metanol é a semelhança com os sinais de bebedeira ou ressaca. Mas, se apresentar visão turva e dores no abdômen, é recomendável procurar uma unidade de emergência com urgência. A intoxicação por metanol só pode ser bem tratada após acompanhamento e diagnóstico clínico.
Os sintomas de alerta costumam aparecer entre 10 e 12 horas após a ingestão do metanol. Mas, pode haver casos em que o surgimento dos sintomas apareçam em até 48 horas.
Confira alguns sintomas iniciais da intoxicação.
Casos em estado grave podem causar cegueira, coma e morte por múltipla falência de órgãos.
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