Saúde
por Gabriel Santana
Publicado em 25/07/2025, às 17h26
O Ministério da Agricultura confirmou o vírus da influenza aviária de alta patogenicidade em aves do recinto Savana Africana do BioParque do Rio de Janeiro, nos casos das mortes dos animais da ocorrência registrada em 17 de julho.
De acordo com uma reportagem veiculada pelo Portal UOL, a ocorrência foi registrada após o alerta sobre mortes súbitas de galinhas-d’angola pelo recinto, que acionou o serviço veterinário oficial do estado do Rio de Janeiro e enviou o caso para o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária. O laboratório detectou a gripe aviária em 16 galinhas.
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Haviam outras espécies no mesmo local. Segundo o Ministério da Agricultura, 13 dessas 16 galinhas morreram por causa da gripe aviária, as outras 3 foram sacrificadas para conter a disseminação do vírus. Um pavão morreu e outro teve sinais da doença.
As visitas ao parque foram suspensas por uma semana, enquanto a equipe técnica do local composta por veterinários, biólogos e zootecnistas analisam e monitoram ininterruptamente para encontrar os sinais da gripe aviária. Apenas a área de Savana Africana permanece interditada atualmente.
Para manter a prevenção do aumento de casos, foram tomadas medidas como: a realocação de animais de outros recintos, mudanças das estruturas de biosseguridade, para que as aves não entrem em contato com as que andam livremente e reforço dos protocolos de biossegurança para as equipes que têm contato direto com as aves infectadas.
Vale ressaltar, que a gripe aviária não é transmitida através do consumo de frango. As infecções humanas pelo vírus são bem baixas e na maioria das vezes, acontecem entre os tratadores e/ou profissionais que entram em contato intenso com as aves infectadas.
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