Saúde
Uma mulher procurou atendimento em um posto de saúde para um bebê reborn — boneca hiper-realista que imita um recém-nascido — e se revoltou ao descobrir que não havia vaga até julho na unidade.
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Ao receber a negativa da equipe médica, a mulher questionou a demora no agendamento: “Quer dizer que vou esperar minha filha morrer pra poder marcar uma consulta?”. Após ser informada de que o objeto era uma boneca, a dona do brinquedo respondeu: “Boneca, não. É minha filha. Ela tem todo o direito que qualquer criança tem.”
A situação provocou reações divididas nas redes sociais. Algumas pessoas demonstraram apoio à mulher, reconhecendo o vínculo afetivo que ela tem com o bebê reborn. Outras criticaram a tentativa de utilizar o sistema de saúde pública para um objeto inanimado.
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