Saúde

Policial militar morre após fazer implante capilar; conheça os riscos

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Um policial militar morreu após implante em uma clinica paulista e episódio acendeu o alerta para os riscos do procedimento  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Pixabay
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 16/02/2025, às 11h36



Um escrivão da Polícia Civil de São Paulo, identificado como Weslley Marques, de 32 anos, morreu depois de passar mal durante o procedimento de transplante capilar em uma clínica em São Paulo. A situação desperta um alerta de riscos, que como todos os procedimentos cirúrgicos, o transplante capilar também tem, saiba quais são: 

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Considerada rara, a infecção pode acontecer se cuidados pós operatórios não forem seguidos corretamente; Sangramento e inchaço na região doadora ou receptora, assim como inchaço na testa e na área dos olhos; Cicatrização inadequada, principalmente no método FUT, que é conhecida como a "técnica da faixa". Ela envolve a retirada de uma faixa de couro cabeludo da área doadora, seguida da separação dos folículos para o implante, que inevitavelmente deixa cicatriz; Perda temporária dos fios transplantados, são comuns nas primeiras semanas, mas voltam a crescer depois de algum tempo; Resultados insatisfatórios por falta de planejamento, podendo gerar crescimento irregular dos fios. 


A morte após o procedimento não é classificada como risco. De acordo com Anna Cecília Andriolo, médica dermatologista e presidente da ABCRC (Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar), é preciso que a morte do policial seja investigada. "Diante do falecimento do paciente, consideramos fundamental que as autoridades competentes realizem uma investigação detalhada para esclarecer as circunstâncias do ocorrido", disse ela , ao site VivaBem, da UOL. 


Para minimizar os riscos, é necessário que o profissional escolhido seja qualificado para a cirurgia. Além disso, é preciso seguir as orientações médicas no pré e pós-operatório. "A escolha de uma clínica ou hospital que siga todas as normas sanitárias e de biossegurança também é essencial para garantir a segurança e o sucesso do procedimento", detalhou a médica.

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