Saúde
Nas redes sociais, crescem os relatos sobre um surto de virose e a falta de medicamentos nas farmácias do litoral de São Paulo. A situação afeta cidades turísticas, como Santos, Praia Grande e Guarujá, que recebem muitos turistas durante as férias. Usuários reclamam da grande procura nos postos de saúde e da escassez de remédios para aliviar os sintomas, que incluem febre, náusea, vômito e diarreia.
"A farmácia está mais cheia do que a praia! A virose pegou geral aqui, tá até faltando medicamento para o estômago", escreveu uma turista que passou a virada do ano na Praia das Pitangueiras, no Guarujá. "Estamos em oito pessoas, sete ficaram doentes", relatou outra mulher na noite de 31 de dezembro, também em Guarujá.
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De acordo com o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina, as “viroses de verão” são comuns devido aos hábitos típicos dessa época, aliados ao aumento da população flutuante nas cidades litorâneas, o que favorece o aumento das doenças diarreicas agudas (DDA).
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A médica infectologista Renata Zomer, conselheira do CRM-SC, explicou que as DDA podem ser causadas por vírus, bactérias ou parasitas e geralmente se espalham por causa da falta de balneabilidade e da falta de cuidados com a higiene.
A doença é considerada autolimitada, ou seja, os vírus permanecem no organismo de três a sete dias. Não há medicamentos específicos para combatê-los, sendo o tratamento voltado para o alívio dos sintomas. Médicos recomendam repouso, ingestão de água, soro caseiro e alimentos leves para repor os líquidos e nutrientes perdidos durante o quadro mais crítico da doença.
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