Saúde
O câncer de pâncreas é o responsável por 5% dos óbitos de câncer no Brasil. Além de ser um tipo menos comum se comparado aos demais, a doença é uma das mais letais devido aos seus diagnósticos tardios, além de ser um desafio para quem a enfrenta por se espalhar facilmente e ser assintomática.
Segundo o portal UOL, atualmente 90% dos casos se manifestam em pessoas a partir dos 55 anos. Mesmo com o desafio na área de saúde, médicos afirmam que o câncer de pâncreas tem tratamento e é curável, caso haja um diagnóstico precoce.
Os principais fatores que podem levar um indivíduo a ser acometido pela enfermidade é o tabagismo, a obesidade associada à falta de atividade física, pancreatite, consumo de alcoól sem moderação, diabetes tipo 2, hereditariedade devido ao histórico familiar, cirrose, infecção por Helicobacter pylori e exposição a substâncias químicas.
Quais os sintomas?
A piora ou o aparecimento súbito do diabetes é motivo de atenção. Da mesma forma, a perda de peso involuntária, falta de apetite, dor abdominal na parte superior, dor lombar, amarelamento das mucosas, fezes claras e urina mais escura, coceira na pele e trombose venal profunda.
As queixas apresentadas ao médico são investigadas e ele avalia como está a saúde do pâncreas.
E o tratamento?
O tratamento varia de acordo com a saúde do paciente, podendo vir a ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por oncologista, cirurgião, patologista, radiologista, entre outros profissionais.
As estratégias para o tratamento variam de acordo com o estado da doença. Se for um tumor pequeno e inicial, a cirurgia para a retirada é a única opção que apresenta chances de cura.
No caso de um tumor maior com chance das células se espalharem, é feita a quimioterapia e às vezes é incluída a radioterapia. Em seguida, é realizada a cirurgia.
Caso haja a presença de metástase, a cirurgia é descartada e é realizada uma quimioterapia paliativa, onde o foco é exterminar todos os pontos da doença em outros órgãos.
Há também terapias-alvo com remédios específicos que combatem células cancerígenas, como os inibidores de PARP ou a imunoterapia.
Se houver a possibilidade da cirurgia, ela é a chave para a realização do tratamento. A sobrevida do paciente pode ir de 20% a 30% em cinco anos. Num caso em que a quimioterapia é o único recurso, a sobrevida cai para 12 meses.
COMO PREVENIR?
O tumor de pâncreas nem sempre pode ser evitado, já que em algumas situações pode ocorrer o fator genético. A melhor forma de prevenção é ter hábitos saudáveis, equilibrar dieta e peso, além de investir em alguma atividade física.
Tais medidas também previnem a diabetes, considerada um fator de risco para as doencas pancreáticas.
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