Saúde

Terapeuta especialista em TEA fala sobre terapias e diagnóstico: "Não vai reduzir a pessoa ao rótulo"

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Terapeuta Marcela Santana foi a convidada do Se Liga Bocão desta quarta-feira  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ Vídeo
Bernardo Rego

por Bernardo Rego

Publicado em 21/01/2026, às 19h29



A terapeuta transpessoal, Marcela Santana, especialista no tratamento das pessoas portadoras do Transtorno do Espectro Autista (TEA), condição que afeta comunicação, interação social e padrões de comportamento, foi a convidada do Se Liga Bocão desta quarta-feira (21) apresentado por Zé Eduardo na Baiana FM.

Durante a entrevista ela contou que os níveis de autismo que variam de 1 a 3 vai indicar a necessidade do suporte ao qual a pessoa vai necessitar e hoje em dia muitos adultos também têm sido diagnosticados com autismo. "Nível quer dizer a necessidade de suporte e hoje já têm muitos adultos autistas que lavam os filhos para fazerem uma avaliação e descobrem", disse.

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Santana também comentou sobre o preconceito em relação ao diagnóstico e revelou o percentual dessa condição ter origem genética. "O diagnóstico não vai reduzir a pessoa ao rótulo e em 98% dos casos é uma condição genética que pode vir vinculada a outras comorbidades como Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)", alertou a terapeuta ao acrescentar ser possível reduzir o do nível 2 para 1 ou o contrário a depender dos estímulos que são dados às crianças desde cedo.

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