Ciência

Esboço de Leonardo Da Vinci é restaurado e ciência faz descoberta incrível

Reprodução/Google Street View
Esboços de Da Vinci confirmam a existência de passagens secretas sob o Castelo Sforza, revelando uma rica história  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Google Street View
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 02/02/2025, às 17h11



Recentemente, o uso da tecnologia permitiu a restauração de um esboço de Leonardo da Vinci e, a partir dela, a descoberta de uma rede de túneis subterrâneos embaixo do Castelo Sforza, em Milão, na Itália. Os registros de Da Vinci são do século XV.  

A fortaleza medieval construída em 1460, pelo Duque de Milão, Francesco Sforza, para ser a residência real sempre foi alvo de rumores sobre passagens secretas subterrâneas. E, agora, o esboço de Da Vinci confirmou da lenda. 

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Google News Bnews

Pesquisadores da Universidade Politécnica de Milão e especialistas em tecnologia de escaneamento subterrâneo descobriram a existência de uma extensa rede de corredores subterrâneos, muito além das passagens documentadas no Codex Forster.

Como Leonardo Da Vinci sabia dos túneis?

Leonardo da Vinci foi contratado pelo Duque de Milão para decorar o castelo e planejar monumentos. Neste processo, ele registrou detalhadamente o sistema de túneis existentes. 

Segundo historiadores, as passagens tinham propósitos militares e também eram utilizadas para deslocamentos discretos da nobreza. Uma das rotas, por exemplo, liga o castelo à Basílica de Santa Maria delle Grazie, onde está a obra A Última Ceia e os túmulos da família Sforza. 

Uma das teorias existentes aponta que Ludovico Sforza, sucessor de Francesco Sforza, usava o caminho secreto para visitar o túmulo de sua esposa, Beatrice d'Este.

Inovação digital 

A descoberta abriu portas para a recriação digital do Castelo Sforza, um projeto antigo de pesquisadores, utilizando tecnologia de realidade aumentada.

“Nosso objetivo é criar um modelo digital que não apenas represente a aparência atual do castelo, mas também nos ajude a explorar o passado e recuperar elementos históricos perdidos”, afirmou Franco Guzzetti, professor da Politecnica de Milão.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)