Ciência

O que cerveja e o “cheiro de idoso” têm em comum? A ciência responde

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O 'cheiro de idoso' não é sinal de falta de higiene, mas sim resultado de mudanças naturais no corpo ao envelhecer  |   Bnews - Divulgação Reprodução Pixabay
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 08/06/2025, às 13h32 - Atualizado às 15h39



Você já sentiu aquele cheiro marcante que parece acompanhar algumas pessoas mais velhas? Não é exatamente desagradável, podendo trazer lembranças afetivas, como um abraço de avó ou o sofá da casa dos tios mais idosos. Esse cheiro tão familiar que chega ser difícil de descrever, ficou conhecido como “cheiro de idoso”. Um estudo feito no Japão no ano 2000 revelou o que pode provocar esse aroma. 

A concentração de 2-nonenal é um dos principais responsáveis pelo cheiro típico da velhice, uma mistura entre secreções da pele, atividade bacteriana e funcionamento das glândulas sudoríparas, que gera esse composto químico, o qual também é encontrado em cervejas.

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O estudo destaca que o crescimento da produção desse composto está atrelado à quebra de certos ácidos graxos e ômega-7 na pele, substâncias que ficam mais comuns com o envelhecimento. Além disso, a pele mais seca gera menos suor, o que interfere na forma como o cheiro é liberado.

Ainda de acordo com publicação do Correio 24 horas, o cheiro pode ficar mais intenso por causa dos medicamentos e das alterações no metabolismo, ou seja, normalmente o “cheiro de idoso” não tem relação com falta de banho ou desleixo pessoal.

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