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Agência contratada para fazer trilha de Juliana Marins estava banida do parque; entenda

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Morte de Juliana Marins levanta questões sobre turismo seguro  |   Bnews - Divulgação reprodução/ redes sociais
Bruna Rocha

por Bruna Rocha

Publicado em 28/06/2025, às 18h52



A agência responsável por coordenar a viagem turística da brasileira Juliana Marins, 26 anos, que foi encontrada morta no Monte Rinjani — um vulcão na Indonésia — estava proibida de operar no parque nacional. As informações são do UOL.

A presença da empresa Bas Rinjani na lista que eles chamam de "lista negra" foi detectada pelo aplicativo oficial do Parque Nacional do Monte. Um organizador de turismo local, que preferiu não se identificar, denunciou que a empresa é "comprovadamente problemática".

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"Como é possível que ainda tenha permissão para levar pessoas a um local mesmo estando incluída em uma lista de banidos? Se nenhuma ação for tomada, um incidente como este poderá se repetir. E, da próxima vez, as vítimas poderão ser nossos próprios amigos ou familiares", denunciou.

Apesar do banimento, uma parceria com a empresa Ryant Tour resultou na compra do bilhete da publicitária brasileira com a empresa banida. Questionada pela reportagem, a empresa confirmou a compra e afirmou que a Bas seria responsável pelo gerenciamento da logística, fornecimento de materiais, designação de guias certificados, bem como pela obtenção das licenças necessárias.

"Não entendemos como a Bas Rinjani consegue operar novamente, especialmente porque, até onde sabemos, a licença da empresa já foi colocada na 'lista negra' anteriormente. Isso é bastante confuso e esperamos que as autoridades possam fornecer uma explicação clara e transparente".

Ainda durante a entrevista, o organizador local informou que ser incluído na lista de banimento significa que o Parque Nacional considera sua segurança, legalidade e ética de trabalho inadequadas. A empresa pode ter sua operação suspensa temporariamente ou permanentemente. Além da Bas Rinjani, outras 26 empresas também estão banidas.

A reportagem questionou a Bas Rinjani e o Parque Nacional para compreender os detalhes que envolvem o banimento, mas não obteve retorno até o momento.

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