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Perfil técnico do grupo de transição do turismo agrada a dirigentes de entidades do setor

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Primeira reunião do grupo de transição aconteceu nesta terça, quando representantes falaram o que esperam do próximo ministro  |   Bnews - Divulgação Divulgação // MTur

Publicado em 23/11/2022, às 09h23   Redação BNews



Os dirigentes das principais entidades ligadas ao turismo no Brasil aprovaram os nomes escolhidos para o grupo de transição do turismo, anunciado no dia 16 de novembro pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin.

A primeira reunião aconteceu nesta terça-feira (22), segundo Carina Câmara, superintendente de Turismo do Estado do Piauí e uma das integrantes do grupo, que foi considerado pelas entidades como extremamente técnico.

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Fazem parte da lista Arialdo Pinho, secretário de Turismo do Ceará, a empresária Chieko Aoki, da rede Blue Tree Hotels, os ex-ministros do Turismo Marta Suplicy e Luiz Barretto, o deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ), o senador Veneziano Vital do Rego (MDB-PB), e Orsine de Oliveira Júnior, ex-secretário de Turismo do Amazonas.

Criado 2003 pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva em seu primeiro mandato, o Ministério do Turismo deve ser mantido. Mas a Secretaria Especial de Cultura, instituída na reforma ministerial do governo Jair Bolsonaro e transferida para a pasta do turismo, cederá lugar para o Ministério da Cultura, uma das promessas de Lula durante a campanha, informa O Tempo.

Natural de Araraquara (SP) e residente no Piauí desde 2009, Carina Câmara participou do projeto Rota das Emoções, foi presidente da Associação Litoral Piauiense Convention & Visitours Bureau, secretária de Turismo do Piauí e coordenadora da camara técnica do turismo do Consórcio Nordeste.

Segundo Carina, o grupo não tem ainda diagnóstico do Ministério do Turismo para fazer avaliação ou apontar rumos. "Precisamos saber como está a situação do turismo para poder melhor avaliar, entender o que temos hoje e onde queremos chegar", afirma.

Roberto Nedelciu, presidente da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), traça um perfil para o novo gestor: "ele deve ter um perfil mais técnico, com visão ampla da importância do nosso setor como vetor econômico, trabalhando com uma política de Estado, um plano de negócios e uma gestão que vá além dos anos do mandato, mas que tenha uma estratégia de crescimento traçada e contínua para que consigamos superar os 7,9% do PIB e os 6,5 milhões de estrangeiros no país".

Já Eduardo Sanovicz, presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), acredita que o novo ministro "tem de ser um congressista ou ex-congressista com trânsito no Congresso, porque é lá que vai disputar o orçamento para implantar as questões necessárias". O foco em um primeiro momento, aponta ele, é o turismo doméstico e depois o internacional.

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