BNews Agro
Publicado em 02/04/2025, às 08h16 - Atualizado às 08h46 Divulgação / Freepik Verônica Macedo
Especialistas da Agência Espacial Brasileira, do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação desejam ampliar a utilização dos satélites no setor de agronegócio nacional, detectando anomalias no solo, controlando de forma mais aprofundada as pragas e doenças em áreas delimitadas e realizando o ordenamento da terra
O objetivo é estreitar os laços entre o segmento espacial e os agentes do agro no país (produtores, proprietários de terras etc.). "Usando imagens de satélite, podemos fazer detecções a nível de pixel, basicamente em um grau muito alto de resolução, o que é único no mercado", esclarece o indiano Feroz Sheikh, líder da Syngenta, em reportagem do portal UOL.
Segundo o CEO, "há muitas novas constelações de satélites que estão sendo lançadas e novos planos de negócios sendo criados, mas muitos deles estão focados no hemisfério norte. Se formos capazes de priorizar alguns dos lançamentos para cobrir o território brasileiro, isso será muito importante para impulsionar a transformação na agricultura".
Ainda de acordo com a matéria, a meta é agregar agentes governamentais e da esfera privada numa conjunção de funções, que envolvem levantamento de capital para realização desse propósito, com soluções tecnológicas avançadas para potencializar a tecnologia espacial e, consequentemente, o agronegócio brasileiro.
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