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Publicado em 03/11/2024, às 12h00 Ilustrativa / FreePik Natane Ramos
Os gatos sempre foram objeto de adoração, e agora temos mais uma evidência que comprava como esses animais eram tão amados antigamente como hoje em dia, provando que a comunidade gateira é mais antiga do que se espera.
Acontece que arqueólogos encontraram um jarro de mais de 1.200 anos, em Jerusalém, que tinha marcas de uma prática milenar realizada pelos felinos: o famoso "amassar pãozinho", ou seja, quando o felino fica apertando suas patinhas em qualquer superfície como uma forma de demonstrar conforto.
De acordo com a "Mt Zion Expedition", comandada pelo arqueólogo britânico Shimon Gibson, durante escavações no Monte Sião, foi encontrada a cerâmica de um jarro que tinha a marca da pata do animal, que, segundo a equipe de estudiosos, foi deixada enquanto o objeto ainda secava, gravando a passagem do felino.
A marca adorável possui 3 centímetros por 3 centímetros, enquanto a parte do braço tem 2 centímetros por 1 centímetro, conseguindo resguardar os registros do sapequinha durante séculos.
"Achamos que o gato estava amassando, em vez de apenas descansando no jarro, porque suas garras estavam estendidas e deixaram marcas profundas na superfície da argila", disse Shimon Gibson ao 'Live Science'.
Segundo o arqueólogo, estima-se que a peça seja do século 4, e seria usada para carregar líquidos durante o período Abássida (750 d.C. a 1258 d.C.). Para os gateiros de plantão, essa é mais uma prova do adorável poder felino de estar em todos os lugares mais inusitados possíveis.
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