Cidades

Governo autoriza construção da nova maternidade de Lauro de Freitas com foco em assistência obstétrica e neonatal; veja vídeo

Com investimento milionário, a maternidade visa fortalecer a rede materno-infantil e atender a demanda crescente na Bahia.  |  Devid Santana/BNews

Publicado em 07/05/2026, às 11h19   Devid Santana/BNews   Yuri Pastori e Victória Valentina

O governador Jerônimo Rodrigues e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, autorizam, nesta quinta-feira (7), o início das obras da nova maternidade de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Com investimento de R$ 103 milhões, a unidade deve ampliar a assistência obstétrica e neonatal no município e fortalecer o atendimento a gestantes e recém-nascidos da região.

Segundo Padilha, o equipamento contará com estrutura moderna e foco em atendimento humanizado. O projeto também prevê espaços adequados para parto normal, atendimento de alto risco, UTIs materna e neonatal, além de áreas voltadas para práticas integrativas e presença de doulas.

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"É uma maternidade com o padrão que as mulheres brasileiras merecem, que as mulheres da Bahia merecem", disse.

De acordo com a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, a nova maternidade integra o conjunto de seis unidades previstas para a Bahia dentro do Novo PAC, visando fortalecer a rede materno-infantil.

"Estamos falando de uma maternidade com 117 leitos, incluindo 20 leitos de UTI materna e neonatal. Isso fortalece toda a rede da Região Metropolitana", disse.

Marca histórica

Ainda durante o evento, o ministro Alexandre Padilha anunciou que o Brasil atingiu a marca de um milhão de gestantes vacinadas contra a bronquiolite pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina, incorporada em dezembro do ano passado, protege contra o vírus sincicial respiratório, principal causa de internações e mortes por doenças respiratórias em crianças pequenas.

"Essa vacina custava entre R$ 1.500 e R$ 2 mil em clínicas privadas. Agora é gratuita no SUS e já estamos vendo impacto na redução das internações e dos casos graves”, destacou Padilha, citando ainda que houve redução de 63% nas internações e de 52% nos casos de bronquiolite relacionados ao vírus respiratório, comparando os dados recentes com anos anteriores.

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