Cidades
Publicado em 23/08/2026, às 18h34 Reprodução Redes Sociais Mariana Cedrim
A Justiça de São Paulo negou a prisão preventiva do padre Mário Reis da Silveira, feito pela Polícia Civil em 13 de agosto, após a conclusão do inquérito na última semana. O sacerdote é investigado por estupro de vulnerável e importunação sexual contra coroinhas da Paróquia Senhor Bom Jesus do Bonfim, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
Diante desta decisão, os autos do inquérito voltam à Delegacia de Polícia de origem para o cumprimento de diligências pendentes. A defesa do padre afirma que ele é inocente e que confia “na regular condução da apuração pelas instituições competentes”.
“O procedimento permanece sob segredo de Justiça. Por essa razão, e em respeito à intimidade de todos os envolvidos, a defesa segue sem se manifestar sobre qualquer fato específico, reiterando que todos os pontos serão oportunamente combatidos e esclarecidos nos autos”.
O promotor José Carlos Gallucci Thomé explicou que, entendendo que as medidas restritivas impostas ao sacerdote seriam suficientes para resguardar a integridade física e psíquica das vítimas, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) já havia se manifestado contra a prisão.
O padre Mário Reis da Silveira está afastado das atividades paroquiais desde março deste ano, quando se tornou alvo de uma investigação na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) por abuso sexual. O processo corre em segredo de Justiça.
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