Justiça
Publicado em 11/09/2026, às 19h01 - Atualizado às 19h20 Cláudia Cardozo Héber Araújo
O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, pediu que o presidente da Suprema Corte, ministro Edson Fachin, assuma a condução do processo que envolve Alexandre de Moraes e André Mendonça. Ainda de acordo com o magistrado, não há uma definição adequada sobre o caso e que não há uma clareza de qual a natureza jurídica.
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O decano do STF ainda orientou que o julgamento do caso envolvendo a troca de mensagens entre Moraes e Daniel Vorcaro seja adiado, visto que o caso ainda não tem condições de ser julgado. Fachin tinha marcado o julgamento para a próxima terça-feira (15), em uma sessão extraordinária no plenário do Supremo.
De acordo com a solicitação do decano, existem uma “série de dúvidas” do caso de Moraes e que no estágio atual não há condições para um julgamento. Ainda conforme Mendes, ainda precisam ser esclarecidos o objeto da apuração, o rito a ser adotado e a própria maturidade da questão que será debatida em plenário.
Segundo afirmou, em ofício enviado ao presidente da Corte, não está claro se quer a natureza jurídica do do processo que será debatido na próxima terça, em plenário da Corte e não é possível definir com segurança do que se trata a investigação. Gilmar ainda ressaltou que a Polícia federal não apresentou uma representação contra Moraes e a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nulidade dos relatórios produzidos.
Matéria em atualização*