Justiça

Mário Albiani fala sobre participação do Judiciário em evento de transferência da capital para Cachoeira: "Estar próximo da sociedade"

Desembargador Mário Albiani esteve em Cachoeira na manhã ao lado de José Rotondano  |  Reprodução/ Vídeo Bnews

Publicado em 25/06/2026, às 09h22   Reprodução/ Vídeo Bnews   Bernardo Rego e Claudia Cardozo

O desembargador Mário Albiani participou na manhã desta quinta-feira (25) de um evento solene que marcou a transferência simbólica da sede do Governo do Estado para Cachoeira, no Recôncavo Baiano. A solenidade aconteceu na Praça da Aclamação e contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, do presidente do TJBA José Rotondano e demais autoridades. 

Em entrevista ao Bnews, Albiani ressaltou a importância do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) estar presente nesse ato como forma de aproximar o Poder Judiciário da sociedade. "É uma importância muito grande a participação do judiciário nessa festa que é uma festa histórica, sobretudo porque o nosso presidente, o nosso Tribunal de Justiça da Bahia pretende nesse biênio, estar próximo da sociedade e continuar com essa vertente, esse viés de se voltar para a sociedade, trazendo benefícios para a sociedade, trazendo coisas boas e mostrando como o judiciário é, que é importante essa participação do judiciário junto com o povo, com a sociedade, trazendo os seus serviços, trazendo muita coisa boa junto com o executivo e o legislativo", afirmou o desembargador. 

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Albiani disse ainda que a iniciativa do TJBA de participar desse evento enaltece o Judiciário atrelado à cultura pelo fato de homenagear a independência do Brasil na Bahia. 

Sobre a independência da Bahia

O 2 de julho tem um significado histórico já que em 25 de junho de 1822 deu início a um movimento que resultou na independência da Bahia. Na ocasião, a população de Cachoeira proclamou Dom Pedro I como regente constitucional e defensor perpétuo do Brasil, sinalizando o desejo de separação de Portugal. 

Diante da resistência dos portugueses na cidade, houve confrontos até a tomada de uma escuna militar portuguesa ancorada no Rio Paraguaçu, em 28 de junho de 1822. Foi a primeira vitória brasileira na guerra que seguiu até a batalha final, em 2 de julho de 1823, quando as tropas lusitanas foram definitivamente expulsas.

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