Justiça
Publicado em 23/05/2025, às 19h00 Claudia Cardozo / Bnews Cláudia Cardozo e Aina Soledad
Em Salvador nesta sexta-feira (23), onde participa do XVII Congresso Brasileiro de Direito do Estado, a ministra Carmen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), comentou sobre a relação com o estado e também aproveitou para citar relação com professora da Universidade Federal da Bahia ( UFBA) e jurista baiana Marília Muricy.
“Estar na Bahia, entre amigos, para homenagear a grandeza que é Marília Muricy é um gosto só. Vim hoje me lembrando que há, quase que em uma outra vida, uns 30 anos atrás talvez, na primeira encarnação, já que a gente do direito tem várias vidas, não precisa nem morrer para ter umas tantas, mas que eu cheguei aqui para falar com a Marília e o professor Calmon de Passos", comentou, ao emendar que quando pisa na capital baiana, tem um compromisso inadiável.
"Quando eu chego em Salvador eu tenho um débito que eu acho que é comigo mesmo de primeiro ir à Igreja do Bonfim, como fui hoje. Só que não dava tempo, ou eu ia falar na hora certa ou eu ia à Igreja do Bonfim, eu fiquei na dúvida pela santidade da Colina Sagrada ou a bronca do professor. Eu escolhi levar a bronca do professor e vir à público pedir perdão. O senhor do Bonfim ter perdoado, porque ele continua me garantindo até hoje, me protegendo até hoje”, disse, em clima de descontração.
A ministra ainda revelou que aproveitou o momento de fé para orar por ela e pela educadora.
“Hoje foi mais fácil, Marília, porque eu pude ir lá e rezar para nós duas, e do trio que andava naquela ocasião, Márcio Bastos, Marcela Mener e o professor. Nós duas estamos aqui para provar que, nós mulheres, somos bem resistentes, não é? Enfim, enorme gosto estar aqui com todos os senhores e para falar de um tema particularmente caro”, finalizou.
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