Justiça

Reconhecimento facial do STF falha após uso excessivo de Mounjaro por frequentadores

Servidores e usuários do Supremo enfrentam dificuldades de acesso devido às mudanças físicas provocadas pelo Mounjaro  |  

Publicado em 06/06/2026, às 07h35 - Atualizado às 07h36      Henrique Brinco

O uso do medicamento Mounjaro tem provocado situações inusitadas nos corredores da Praça dos Três Poderes, em Brasília. Segundo a colunista Bela Megale, do jornal O Globo, o remédio para perda de peso virou febre entre frequentadores do Supremo Tribunal Federal (STF) e já começou a impactar até o sistema de segurança da Corte.

De acordo com a publicação, servidores e usuários que circulam pelo prédio passaram a apresentar mudanças tão significativas na aparência que o reconhecimento facial utilizado para liberar acessos começou a falhar. Com isso, diversos frequentadores precisaram atualizar fotos e refazer cadastros para conseguir entrar normalmente no edifício.

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Funcionários responsáveis pelo controle de acesso relataram à coluna que a quantidade de recadastramentos aumentou nos últimos meses. Nos bastidores, a situação tem sido tratada como uma espécie de “reinicialização” do sistema de identificação do Supremo, diante da transformação física de muitos usuários do medicamento.

O Mounjaro é um medicamento indicado originalmente para tratamento do diabetes tipo 2, mas que passou a ser utilizado também para emagrecimento devido ao efeito de redução do apetite. A substância age no controle da glicose e na sensação de saciedade.

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