Economia & Mercado

Governo analisa nova proposta para pagamento do vale-refeição

Proposta inclui intermediação da CEF; entenda  |  Divulgação / Pixabay

Publicado em 09/08/2023, às 16h29 - Atualizado às 17h29   Divulgação / Pixabay   Por Verônica Macêdo

Em proposta apresentada ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) sugere que a intermediação das operadoras de vale-alimentação e vale-refeição seja feita pela Caixa Econômica Federal (CEF), ou seja, o depósito do valor do auxílio devido ao trabalhador, segundo a proposição, seria realizado no banco diretamente pelas empresas.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, dessa forma, a Caixa liberaria o valor para o beneficário (trabalhador) utilizar em mercados, restaurantes, lanchonetes, com pagamentos realizados por meio de Pix, aplicativo de celular ou um cartão de débito emitido pela própria Caixa.

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Para que se possa compreender mais claramente, atualmente, os empregadores que concedem os auxílios vale-alimentação e vale-refeição necessitam pagar uma taxa para as operadoras (Alelo, Ticket, Sodexo e VR). Se essa proposta da Abras foi aprovada, tal ônus proveniente da taxa não existirá mais.

Ainda segundo a matéria do jornal O Globo, a mudança para a Caixa não seria obrigatória. O novo formato se tornaria mais uma opção para os empregadores.

O presidente da Abras, João Galassi explicou na reportagem que "a proposta não autoriza o pagamento dso vale-refeição e vale-alimentação em dinheiro pelas empresas. Isto é, a finalidade do auxílio seria mantida. A mudança estaria na forma de repassar o benefício. A eliminação dos custos das operadoras de voucher (vale) reduzirá os custos para empregadores e estabelecimentos".

Para ser efetivada, a proposta precisa ser aprovada pela equipe econômica do Governo Federal, pelo Ministério do Trabalho e Receita Federal.

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