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Censura? Justiça proíbe emissora de mostrar matéria sobre estupro

Apresentador alega censura e diz que busca meios legais de reverter a decisão judicial  |  Reprodução Instagram

Publicado em 17/05/2024, às 07h45   Reprodução Instagram   Juliana Barbosa

Nesta quinta-feira (16), a TV Jovem Record foi proibida de veicular uma matéria jornalística que investiga um médico de Paraíso indiciado por suposto estupro. Em nota, divulgada nas redes sociais nesta sexta-feira (17), a emissora afiliada a Record repudiou a decisão judicial, e ressaltou que a defesa da vítima foi procurada para ter o seu devido direito de comentar o caso baseado no princípio da isonomia.

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A reportagem seria exibida com exclusividade contendo áudios obtidos pela equipe do Cidade Alerta Tocantins referente ao suposto estupro de vulnerável praticado por um médico anestesista que foi indiciado pela Polícia Civil juntamente com a esposa.


Em comunicado, a emissora diz ter acatado a liminar, mas, que busca meios legais de reverter a decisão judicial. O apresentador do Cidade Alerta Tocantins, Marcelo Abrantes, disse que a decisão é um retrocesso a 1964, atribuindo a situação a censura.

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