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Declarações públicas contra Bruno Gagliasso terminam em condenação; entenda o caso

Advogados de Bruno Gagliasso comemoram a condenação que protege a honra do ator em meio a acusações infundadas.  |  Reprodução Redes sociais

Publicado em 24/02/2026, às 08h45   Reprodução Redes sociais   Juliana Barbosa

A Justiça do Rio de Janeiro condenou o corretor Marco Antonio Pinheiro Loureiro por difamação contra o ator Bruno Gagliasso. A pena fixada foi de seis meses e nove dias de prisão, substituída por prestação de serviços comunitários, além de multa de cerca de R$ 9 mil. A decisão cabe recurso. As informações são do portal Folha de São Paulo.

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A sentença foi assinada pelo juiz Leonardo Grandmasson Ferreira Chaves, que entendeu que entrevistas concedidas pelo corretor a programas de TV atribuíram ao ator comportamento desonesto, com potencial de dano à sua imagem pública. 

As declarações tratavam de uma suposta comissão não paga na venda de um imóvel no Itanhangá, negociado por Gagliasso com o jogador Paolo Guerrero. O corretor afirmava ter intermediado o negócio, o que foi negado pelo ator. 

No processo, Marco Loureiro admitiu que não tinha contrato de exclusividade e que não realizou visitas ao imóvel. Ainda assim, sustentou que teria iniciado as tratativas da venda. Ele declarou que as entrevistas foram um "ato de desespero" e que sua intenção era "pressionar o comprador [Guerrero], e não difamar o querelante [Bruno]." 

Para o magistrado, a divulgação das falas em emissora de grande alcance agravou a conduta. “Mostrando-se capazes de causar prejuízo real à sua honra objetiva”, afirmou na decisão, ao aplicar a majorante prevista no Código Penal. 

Bruno Gagliasso foi representado pelos advogados José Luis Oliveira Lima e Millena Galdino. 

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