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Publicado em 19/08/2026, às 15h16 Reprodução / Redes Sociais / Instagram / @nelsonmotta Cauan Borges
O jornalista, compositor, produtor musical e escritor Nelson Motta relembrou o período em que fez uso frequente de cocaína e afirmou que a experiência deixou marcas profundas. Em entrevista publicada pela Veja Rio no dia 9 de agosto, o artista contou que passou sete anos consumindo a droga de forma crônica até interromper o uso, em 1983.
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Ao responder sobre qual teria sido sua “síndrome”, Motta classificou o período de abstinência como um dos momentos mais difíceis de sua vida. Segundo o compositor, os sintomas surgiram depois que decidiu abandonar a cocaína, após anos de consumo, e que a experiência fez com que desenvolvesse uma forte rejeição à droga.
De abstinência, quando parei de cheirar cocaína, em 1983, depois de sete anos de ‘cafunguelê’ crônico. A síndrome é dura, mas passa. Tomei horror para sempre. É a droga do diabo, como diz Paulo Coelho. Faz mal pro corpo, pra mente e para a sociedade”, afirmou Nelson.
Nascido na Grande São Paulo no dia 29 de outubro de 1944, Nelson Motta é um dos nomes mais versáteis da cultura brasileira e há mais de cinco décadas atua como letrista, produtor musical, jornalista, escritor e roteirista.
O artista assina mais de 300 músicas em parceria com grandes ícones da MPB e participou de projetos de grande impacto nacional na música, na TV e na literatura como: Dancing Days (com as Frenéticas), Como uma Onda (com Lulu Santos), Coisas do Brasil (com Guilherme Arantes), Um Novo Tempo (canção de fim de ano da Rede Globo, com Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle), Saveiros (com Dori Caymmi, vencedora do Festival Internacional da Canção).
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