Esporte
Publicado em 17/08/2024, às 07h15 Arquivo Pessoal Gabriel Bacelar
O caso da artesã moradora de Pau da Lima, em Salvador, parece ter aberto as portas para outras revelações de profissionais que foram prejudicados por utilizarem a marca do Vitória em produtos. A matéria exclusiva do site BNews abriu espaço para outros relatos e histórias relacionadas a NoFake, empresa que controlar a situação de licenciamento da marca do Esporte Clube Vitória.
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Após a divulgação do ocorrido com Patrícia França, o site BNews recebeu mais informações de pessoas que foram lesadas pela utilização da marca do Rubro-Negro. Em um dos relatos, uma moça cita teve o instagram bloqueado após fazer uma boneca com o escudo do Vitória e ouviu da NoFake que só teria a conta liberada se pagasse uma quantia de R$ 1.500.
Em outro relato, um filho de uma artesã conta que o próprio clube entrou em contato com sua mãe e questionou se ela vendia produtos personalizados com a marca do clube. Após confirmação da moça, o clube não respondeu mais e só entrou em contato dois dias depois informando que ela estava sendo processada por direitos autorais, ela foi mais uma a perder as redes sociais.
O BNews já havia entrado em contato com a NoFake para saber mais informações sobre o caso e a empresa se limitou a dizer que “a notificação é pessoal e não dão maiores informações”.
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