Esporte
Publicado em 20/08/2025, às 16h03 Lívia Villas Boas/CBF Gabriel Santana
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) encontrou fragilidades em depoimentos de Geovana Batista de Oliveira e Alexsander Marques Canudo, respetivamente atual e ex-proprietário da suposta empresa de fachada Oliveira Minimercado e encontrou inconsistências nestes relatos referentes a relação com o Corinthians.
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De acordo com o ge, o estabelecimento, supostamente, faturou 32.580 reais em sete notas fiscais ao clube.
Em depoimentos ouvidos por Cássio Roberto Conserino, promotor responsável pela investigação, a dupla afirmou que o minimercado forneceu marmitas ao Corinthians e reconheceu a veracidade das notas fiscais. Mas, eles não souberam informar como se conectaram ao clube e nem com quem tratava a venda dos alimentos.
Alexander e Geovana declararam que não contavam com cozinha industrial, apenas com um fogão de seis bocas. Eles não disseram quem eram os funcionários da empresa, nem apresentaram documentos contábeis e não conseguiram especificar por qual período atenderam o Corinthians. Ambos relataram que os trabalhos eram “demandas periódicas”.
O Ministério Público deve aprofundar as investigações em relação à empresa nos próximos dias. Os supostos crimes cometidos seriam: estelionato, furto qualificado, falsidade ideológica e associação criminosa.
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