Esporte
Publicado em 11/06/2026, às 06h25 Divulgação/The White House José Gabriel
A bola ainda não rolou na Copa do Mundo de 2026, mas as diversas restrições impostas pelo governo de Donald Trump já têm gerado repercussão. Após casos como o do árbitro Omar Abdulkadir Artan, que foi impedido de entrar nos Estados Unidos para apitar partidas do Mundial, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, comentou o episódio e outras situações envolvendo a competição.
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Em entrevista antes da abertura da Copa, no México, o dirigente foi questionado por um repórter da BBC, de Londres, sobre se não se sentia envergonhado ou se havia perdido o controle da competição diante dos casos de proibição de entrada no país norte-americano. O jornalista também citou a situação do Irã, cuja delegação não poderá permanecer nos Estados Unidos após as partidas, além de torcedores e jornalistas que tiveram seus vistos negados. Na resposta, Infantino "lavou as mãos".
*O vídeo foi traduzido por Inteligência Artificial.
Segundo o presidente, não há muito o que a entidade possa fazer. Para ele, a FIFA não pode interferir nas políticas internas de um país-sede. Infantino também afirmou que o mundo "é muito agressivo" e que, por isso, "a segurança tem que estar acima de tudo".
O pontapé inicial da Copa do Mundo de 2026 será nesta quinta-feira (11), no Estádio Azteca, no México. Os donos da casa enfrentam a África do Sul na partida de abertura do Mundial, às 16h (de Brasília). Antes da bola rolar, a cantora Shakira comandará o show da cerimônia de abertura.
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