Esporte

Trump pediu para Infantino rever suspensão de Balogun na Copa do Mundo

Fifa aceitou pedido de governante e liberou atacante expulso para partida decisiva das oitavas de final  |  Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 05/07/2026, às 17h42 - Atualizado às 17h58   Reprodução/Redes Sociais   Antonio Dilson Neto

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonou para o mandatário da FIFA, Gianni Infantino, para solicitar a anulação da suspensão do atacante norte-americano Folarin Balogun, expulso no confronto anterior contra a Bósnia.

A revelação do contato telefônico foi publicada neste domingo (5) pelo jornal The New York Times, que ouviu três fontes ligadas ao caso. Horas após a conversa entre os líderes, a FIFAemitiu um comunicado oficial anunciando que o atleta está liberado para entrar em campo nesta segunda-feira contra a Bélgica, revogando a punição automática do cartão vermelho.

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Na plataforma Truth Social, o presidente americano comemorou o anúncio e agradeceu à FIFA por "reverter uma grande injustiça", embora não tenha citado explicitamente o teor da conversa mantida com Infantino.

Reprodução/Truth Social

A reversão de uma suspensão por expulsão direta é uma medida extremamente rara no esporte. Esta é a primeira vez desde a Copa do Mundo de 1962 que a FIFA decide perdoar e permitir a atuação de um jogador que deveria cumprir suspensão automática por indisciplina.

A federação da Bélgica reagiu publicamente em suas plataformas digitais, manifestando surpresa e criticando duramente a entidade máxima do futebol pela mudança de postura na véspera do jogo eliminatório. 

Justificativa

Para validar a liberação de Balogun sem admitir a pressão política, a comissão disciplinar da FIFA utilizou uma brecha jurídica. A entidade alegou que a execução da pena do atleta ficará suspensa por um período probatório de um ano, sob a condição de que ele não cometa nova infração grave no torneio.

A Casa Branca evitou comentar oficialmente o telefonema.

Classificação Indicativa: Livre


TagsEstados UnidosfifaCasa BrancaDonald TrumpGianni InfantinoFolarin Balogun

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