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Publicado em 06/07/2016, às 08h08 Redação Bocão News
A APVB oferecia, por meio de panfletos e de página na internet, propostas de cobertura total para veículos em caso de roubo, furto, colisão, incêndio, bem como guincho, rastreamento, assistência 24 horas, carro reserva, dentre outros serviços. As investigações apontaram que o conteúdo das peças é característico de proposta de seguro automotivo, enquanto a legislação autoriza apenas sociedades anônimas ou cooperativas, devidamente autorizadas, a atuar em seguros privados.
Ademar Morais Lubarino e Rogério de Jesus Macedo foram condenados por operar instituição financeira sem a devida autorização e a pena fixada para cada um dos réus foi de um ano de reclusão, em regime aberto, e 10 dias-multa.