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Publicado em 30/06/2026, às 08h40 - Atualizado às 09h12 Reprodução Camila Sales
A jornalista Sabina Simonato viralizou nas redes sociais ao criticar a postura das escolas em relação ao jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, no ao vivo da edição do “Bom Dia São Paulo” a âncora da TV Globo questionou sobre como os pais que trabalham conseguiriam buscar os filhos nas escolas num horário atípico - considerando a liberação mais cedo do habitual. Além da crítica, Sabina também sugeriu:
A repercussão levou o programa, na edição seguinte (29) ao exibir mensagens de telespectadores:
Uma das mensagens foi lida ao vivo pela própria apresentadora, dizendo:
Após a leitura, Sabina esclareceu o posicionamento e se desculpou:
"Eu não tenho compromisso com o certo ou errado. Talvez a minha forma de me expressar tenha sido errada. Existe um calendário do ano inteiro e, de repente, vem um jogo da Copa do Mundo e altera isso", afirmou.
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Em explicação, a jornalista continuou a defender que seu objetivo não era desvalorizar os professores ou dizer que “depósito de alunos, que é creche”. E ao ressaltar que respeita os profissionais da educação, ela afirmou que buscava trazer diferentes pontos de vista sobre a situação.
"Quero deixar aqui meu posicionamento. Existia um calendário, até então, sem um jogo previsto para segunda-feira às 14h, quando muitas crianças estariam na escola. É nesse sentido. Eu tenho todo respeito e admiração pelos profissionais da educação, como estão dizendo aqui, que a função é ensinar e não tomar conta. Estou dizendo para a gente pensar nos dois lados, porque a gente não tem compromisso com um lado apenas. Tem mãe também que trabalha no horário do jogo. É nesse sentido."
No fim, a âncora voltou a se desculpar para a audiência:
"Se você não concordou com meu ponto de vista e, talvez naquele momento eu não tenha sido clara, me desculpa. Eu respeito todos os profissionais, todos os profissionais da educação, assim como os outros setores. Não é uma briga, não é uma discussão, vamos juntos. Que bom que vocês me alertaram sobre esse ponto. Talvez eu não tenha me feito tão clara. É claro que professores têm seus filhos, seus direitos... É um lado, um ponto de vista, eu respeito todos vocês", concluiu.
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