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Publicado em 31/03/2025, às 11h12 - Atualizado às 12h26 Reprodução Redes Sociais Redação Bnews
A ciclista Thalita Hoshino, 37 anos, morreu atropelada, nesta semana, durante um racha ilegal com charretes, que ocorreu no litoral de São Paulo. O homem, de 31 anos, suspeito de atropelar e matar a vítima, foi preso na manhã deste sábado (29). A amiga relatou que o suspeito, que conduzia uma charrete, participava de um “racha” e estava em alta velocidade.
Esse tipo de racha tem sido amplamente divulgado nas redes sociais e vários registros são publicados no Tik Tok, em praias e ruas de todo o Brasil, mas o litoral paulista é o local principal dos corredores, em meio aos pedestres e carros no asfalto, bem como na praia entre os banhistas.
Com o aumento da divulgação e prática do racha de charrete, podem surgir algumas dúvidas quanto à legislação de trânsito de veículos de tração animal. O tráfego das carroças ou charretes em vias públicas é previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
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Segundo o artigo 52 "os veículos de tração animal serão conduzidos pela direita da pista, junto à guia da calçada (meio-fio) ou acostamento, sempre que não houver faixa especial a eles destinada, devendo seus condutores obedecer, no que couber, às normas de circulação previstas neste Código e às que vierem a ser fixadas pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via".
Assim, cada município deve determinar as regras de trânsito das charretes. Segundo publicação do UOL, de acordo com a legislação municipal de Itanhaém, onde aconteceu o acidente com a ciclista, a circulação de charretes é proibida.
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