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Condenados rejeitam clemência de Biden e pedem para permanecer no corredor da morte; entenda

Em dezembro de 2024, Joe Biden concedeu clemência a 37 homens condenados a pena de morte  |  Reprodução

Publicado em 08/01/2025, às 09h13   Reprodução   Victória Valentina

No mês de dezembro, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, concedeu clemência a 37 homens condenados à pena de morte. Porém, surpreendentemente, dois deles pediram a um tribunal federal que continuem cumprindo suas penas até a execução.

Shannon Agofsky e Len Davis, que estão presos na penitenciária de Terre Haute, no estado de Indiana, se recusaram a assinar a redução de suas sentenças para prisão perpétua sem liberdade condicional. Além disso, entraram com moções de emergência no tribunal federal na última semana para impedir que a retirada do corredor da morte entre em vigor.

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Segundo informações da NBC News, os condenados acreditam que a comutação da pena os coloca em desvantagem legal, uma vez que os dois alegam inocência. 

Agofsky, de 53 anos, foi condenado à pena de morte em 2024 após matar um colega de prisão no Texas três anos antes. O americano estava cumprindo uma sentença de prisão perpétua por acusações de assassinato e roubo que remontam ao sequestro e ao assassinato de um presidente de banco em 1989.

"O réu nunca solicitou comutação. O réu nunca entrou com pedido de comutação. O réu não quer comutação e se recusou a assinar os papéis oferecidos com a comutação", cita o processo.

Já Davis, de 60 anos,  é um ex-policial de Nova Orleans, que foi condenado por contratar um assassino de aluguel para matar Kim Groves em 1994, após a mulher registrar uma queixa contra ele.

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